terça-feira, 23 de novembro de 2010

Psicologia e Obesidade

Olá pessoas!
estou super sumida né!?
estou muito desanimada com tudo... principalmente agora com o final de semestre... confesso que estou desanimada até com o emagrecimento... é horrivel ficar sem poder comer batata frita, macarrão, lasanha, pizza entre outros... mas nem tudo está perdido... estou fazendo uma força danada pra não desanimar de vez!!!
por isso que eu acho que a psicologia ajuda muito quem quer e precisa emagrecer e que o processo de emgrecimento começa na cabeça e não de dentro da barriga... não adianta nada se encher de remédios se vc não se aceita e não aceita fazer um esforço para mudar... pq essa doida está escrevendo essas coisas... pq eu li ontem uma noticia que me marcou muito e que me deixou bem triste... uma mãe maluca lutando contra a obesidade da filha... vou colocar uns trechos aqui:


Com 107 quilos, a britânica Aly Gilardoni decidiu impedir a todo custo que sua filha, Corleigh, ficasse acima do peso. Estabeleceu uma dieta desde que a criança tinha 2 anos de idade e, mesmo quando ela precisava comer 1700 calorias diárias para se desenvolver, limitava sua alimentação a apenas 700 . “Estar acima do peso dominou a minha vida. Não quero que Corleigh seja como eu”, teria dito Aly, segundo reportagem do tabloide britânico Daily Mail.A mãe está sendo acusada de descontar seus problemas na filha, que hoje tem 8 anos, e submetê-la a uma dieta de fome. Aly defende-se dizendo que fez o que fez para proteger a filha. “Não quero uma criança gorda. Sou obcecada por sua aparência. Quero que ela seja bonita e popular, algo que ela não seria se estivesse acima do peso”, afirma.
Corleigh já aderiu à obsessão da mãe: está sempre olhando para o espelho. Aly Gilardoni até se sente culpada pelo que faz com a filha, mas coloca a aparência acima de tudo.
Talvez a estratégia mais eficiente seja incentivar os filhos a ter uma vida ativa, cheia de brincadeiras que gastam energia de forma divertida, e ensiná-los a gostar de alimentos saudáveis, como frutas, verduras e legumes. Imagino que será mais fácil fazê-los brincar do que comer brócolis, mas buscar um estilo de vida saudável parece ser a melhor forma de deixar de lado o medo da obesidade sem cair numa obsessão pela aparência. Brincar com as crianças e incentivá-las a praticar esportes é mais divertido e tem menos riscos do que ensiná-las a se preocupar com qualquer coisa que se assemelhe com um pneuzinho ou com as calorias que estão ingerindo.

Veja a notícia na integra AQUI .
ATÉ O PRÓXIMO POST!!